terça-feira, 7 de outubro de 2014

Feira Cultural 2014 - BRICS - Brasil




          Com uma variada programação de atividades, a VI Edição da Feira Cultural encerrou-se com um número impressionante de visitantes, no sábado do dia 27, mais de 500 pessoas prestigiaram o evento, participando de momentos que celebravam a diversidade cultural e auxiliavam na difusão de outras tradições, “O bom da Feira Cultural é que temos a oportunidade de aprender e conhecer bastante sobre outras culturas”, disse Paulo Mercadante Damazio do 1º EM M1.

Paulo Mercadante Damazio do 1º EM M1.

            O tema desta edição foi o BRICS, bloco composto pelas economias emergentes do século XXI. O acrônimo designa os cinco países que o compõem: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (do inglês South Africa). Esse grupo vem procurando cada vez mais uma integração política e neste ano elegeu o Brasil como o local de sua terceira reunião oficial, fato que impeliu sua escolha como tema desta Feira. Cada turma ficou responsável por um destes países, tendo a equipe do Brasil trabalhado com as cinco regiões: Norte, nordeste, centro-oeste, sul e sudeste.
            Os preparativos para o evento começaram há meses. Durante o processo de confecção, os alunos se mostraram bastante interessados, trabalhando em equipe e se dedicando a aprender cada vez mais sobre o seu respectivo país. “Os alunos gostaram muito de estudar sobre a Festa de Parentins que eles ainda não conheciam e também de assistir o filme da Tainá, isso ajudou muito na compreensão deles sobre a questão da biodiversidade e da degradação do meio ambiente” lembrou o professor de filosofia Antônio Nogueira, coordenador da Região Norte do Brasil. 

Sala da Região Norte

            Contudo, não foram somente os estudantes que auxiliaram na Feira Cultural, os pais se mostraram bem mais engajados do que nas últimas edições. “A participação dos pais foi perfeita, houve muito envolvimento e parceria, a maior parte dos patrocinadores inclusive são pais de alunos. Os pais ligaram, mandaram e-mail, estiveram sempre em contato para saber do que a gente precisava”, lembrou Hérica Philot coordenadora da Região Sul do Brasil.


Hérica Philot e Eliane Mattos,coordenadoras da Região Sul do Brasil

            No dia do evento, todos estavam ansiosos para celebrar as outras culturas. Os costumes, as religiões, as danças, a gastronomia, tudo se encontrava englobado no evento e propiciava aos visitantes uma bela viagem sem ter que sair de Londrina. E não houve decepção com o resultado final. “A Feira está ótima, muito bem organizada, os alunos eu percebi que estudaram bastante, estão sabendo o conteúdo, as salas muito bem decoradas. Cada ano está ficando melhor”, disse Daniela, mãe de Carolina e Lucas Baldo do Nascimento Rodrigues, esta é a quinta edição a que elas comparecem.

 Daniela, Carolina e Renato Baldo

            As tradições e os diversos aspectos dos países estavam expostos nas sublimes salas, repletas de objetos típicos e decorações especiais, e aqueles eram explicados por alunos informados e orientados por seus professores sobre o conteúdo que expunham para os visitantes.
            Para aqueles que gostariam de ter uma amostra da culinária dos países, só era preciso visitar uma das barraquinhas que se encontravam em ambos os pátios da escola e deleitar-se com as iguarias típicas.
            Além disso, também era possível conhecer um pouco mais do aspecto artístico dos países, com as danças executadas pelos próprios alunos do Colégio Portinari em uma estrutura montada especialmente para que os visitantes pudessem observar todo o espetáculo que foi muito elogiado por todos. “A dança estava maravilhosa”, disse Carolina Baldo do 1º M1.
            Ao final da feira os visitantes e os alunos se encontravam satisfeitos e com seu conhecimento de mundo ampliado. Esta edição trouxe não somente um momento de entretenimento para os que compareceram, mas uma aproximação entre alunos, professores e pais, como também valores morais e como o senso de coletividade e o incentivo à busca pelo conhecimento, necessários para que se conviva em sociedade e se deixe descendentes melhores para este mundo.









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